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10/10/2016

E então, quem sabe não é hora de partir...
...partir pra onde? - Para cá. 
Afinal, partir de um lugar é chegar a outro.
Se o outro é o início, então partir é retornar.

15/02/2015

Zonas de Conforto e Mágicas.





We would spend a lot of ink explaining ...
And do we explain nothing.

Living and lerning.

25/01/2015

Será Banksy?



Nota: Muito bom. Se não for Banksy, bem que poderia ser, seja pela linguagem ou pelo conteúdo de contradição. Vou continuar procurando a autoria, torcendo pra não ser Banksy. Nada contra o artista, muito ao contrario: porque precisamos de mais gente assim!

"Apaixonerreter"



Li em um poema uma expressão, um verbo novo: "apaixonerretia". Googuei e, voilá..., nada no Google! 
Surreal, lembrei-me de Dali, em "La persistencia de la memoria" (1931). As horas, apaixonadas pelo humano que contém, derretem. 
"Jeu de mot", diriam os franceses: mais sofisticados, eles classificariam como um "mot-valise", uma construção única a partir de duas palavras.  Simples e bom, como deve ser a palavra poética. 
As horas "apaixonerretem"! 
Dali "apaixonerreteria"! 
Quem não?


Nota 1 : Poderia escrever mais sobre a expressão de Dali, especialmente porque não entendo a figura como triste ou pesada: antes, diz da malemolência humana diante da inexorabilidade do tempo (em princípio algo não humano). Mas essa é outra estória.
Nota 2: Procurei a autoria do poema (que não publiquei), e da palavra, sem muito sucesso. Se sua utilização não for conveniente, por favor, queira me fazer saber. Mas fica, de antemão, minha admiração. 

Chegando o Carnaval!



Se um sobrinho "nerd" e gozador (duas qualidades quase que imiscíveis neste gênero!) pedir pra você levá-lo a uma loja de fantasias em época de preparativos carnaval, não vá! Ele vai dizer que é tudo brincadeira, você vai cair e quem vai se divertir é ele, quando te mandar o resultado por email! 
Em tempo: Pensando bem, o "Barbie touch" pode ser um charme se combinado a um olhar fatal, pra confirmar o conceito popular! Carnaval tudo pode, não?


20/01/2015

Bico de Articulador de Ciências Exotéricas.



A coisa tá brava! Como os conhecimentos de astrologia, dia-a-dia, ficam mais precários, não é má ideia uma certa diversificação.
Empolga a ideia de definitividade da solução e a confiança da proposta!  
Será que há desconto para grupos?

15/01/2015

A mainstream hit or a touch of hispter?



A diferença que faz um toque pessoal!
Learn and live better!



Modo "noir"!

Nota: Não passa de uma brincadeira de final de férias proporcionada por aplicativos disponíveis gratuitamente na internet ! Pode comprar um carro desse cara, sem medo!


13/01/2015

Marvada...




10/01/2015

"Just in case", "Just in time".



Do original de autor não muito recomendado (em tradução livre):

A Filosofia [dura] diz à Poesia:
-Você não precisa de mim [eu sei], mas eu estou por aqui
"just in case"!
A Poesia olha para a Filosofia e responde [doce]:
-Você [apesar de sua natureza] não sabe como eu preciso de você [eu acredito]. 
Mas eu queria você "just in time"!

A questão surge em uma conversa de bar: é perfeitamente possível viver sem filosofia, afinal, milhões de pessoas nem sequer já ouviram essa palavra e continuam vivendo muito bem, obrigado. Por outro lado, muitos, como eu, entendem que não é possível viver sem filosofia, pois ela coloca um pouco de ordem nesse mundo louco, ainda que, suma beleza, esculhambe tudo de novo quando se pensa ter encontrado algum sentido.
Com a Poesia é um pouco diferente, pois a arte está em qualquer manifestação humana. E mesmo a filosofia, como reflexão de pressupostos, atende a arte e a poesia dando-lhe uma articulação tendendo à busca pelo que faz diferença na vida.
Não se vive sem poesia, mesmo que a filosofia aparente e momentaneamente entenda o contrário.
O bonito da passagem é refletir sobre um "estar à disposição para qualquer caso", estar à disposição para um evento que pode jamais ocorrer, e, de outro lado, a necessidade da disposição "para este caso, para esta reflexão [verdadeiro oxigênio da alma], estar à disposição no momento certo, ou seja, sempre e agora!
A filosofia rirá da poesia (de novo) e pedirão mais uma cerveja.

Valeu a pena a conversa e a reflexão!

01/01/2015

Meu presente de 2015!



Ver fogos nos céus de ano novo por outros olhos é uma dádiva, uma alegria pura de criança frente ao encanto do fantástico, do etéreo, do desconhecido intocado! Felicidade compartilhada!
Dádiva que nos tira de qualquer zona de conforto.
Dádiva que nos tira a certeza da mutabilidade e da imutabilidade da vida (olha a dupla dinâmica Parmênides e o Heráclito me atormentando novamente!) lançando dúvidas sobre a eternidade.
Só não me tira a certeza e a necessidade de agradecer, a quem quer seja, e a todos, e sempre, e muito, e de todo coração.

30/12/2014

Sobre reciclagem, leitura e releitura.

Segundo o Houaiss:








Nota: Enquanto reciclar implica processar algo material com redução de suas potencialidades originais de utilização, releitura implica ler novamente, processar algo imaterial visando ampliação de suas potencialidades de aplicação, pelo entendimento.

Na reciclagem, via de regra, descobrem-se aplicações marginais e menos nobres que a coisa produzida originalmente. Pela releitura, descobrimos novas aplicações essenciais e mais nobres que as coisas compreendidas primariamente.

Pela reciclagem visamos aproveitar ou aumentar a vida útil da coisa antes do seu perecimento. Pela releitura, pelo "ler nova e repetidamente", aumentamos a vida útil da coisa pelo seu aperfeiçoamento, tornando-a eterna.

Ao tratar de coisas humanas, a reciclagem pode aperfeiçoar o homem (mais adequado é dizer "atualizar o substantivo homem"). A releitura certamente o aperfeiçoa (mais adequado é dizer "magnificar as qualidades do humano").

O embate entre Parmênides e Heráclito nunca desce do palco. 

27/12/2014

Zóinhos do Uatizapi



Para bom entendedor dois olhinhos bastam!

07/05/2014

Mediação entre sexos.



"Amar? Para quê? 
Por um tempo, não vale a pena.
E, para sempre, é impossível."

Aleksandr Puschkin (1799 a 1837) 
Considerado o maior poeta da literatura russa. 

Um comentário pessoal: A quota não empresta validade ou credibilidade a qualquer conclusão de mérito, mas é inegável a qualidade estética do poeta ao mediar as visões populares de homens e mulheres sobre o amor romântico. 
Friso: "visões populares". Visões pessoais não cabem em quotas.

27/07/2013

Aristófanes - "Da Estupidez"

Em cartaz há 24 séculos!



"A juventude envelhece,
a imaturidade é superada,
a ignorância pode ser educada
e a embriaguez passa,
mas a estupidez dura para sempre."

Aristófanes


Ao ler Aristófanes recordo Leonardo Boff: "Vivemos numa cultura da estupidez e da insensatez."  Tenho visto exemplos dessa cultura que assustam não pela intensidade,- ainda que também desanimadora-, mas pela sua fonte emanadora, totalmente inesperadas!

29/06/2013

"Your secret" - Jean-Sebastien Monzani



"Pense em alguma coisa bonita
nada que Você possa comprar 
nada que esteja na moda
mas algo alegre e pessoal,
colorido,
algo importante,
algo insignificante
(talvez para os outros, mas não para Você)
algo que somente Você pode enxergar.
Isso será nosso segredo."





Tradução livre de um trecho do vídeo de Jean-Sebastien Morzani, fotógrafo e designer suíço, produzido em 2010. Texto e música do mesmo autor.
A mensagem simples e terna guarda equivalência com a linguagem visual singela, com traços propositalmente caseiros ou amadores, distante da sofisticação usual do autor em demais produções; a música e o tom das imagens, desfocadas, suaves, realçam a beleza e harmonia do conjunto.
Uma obra simples, mas criativa e de muito bom gosto.    



Por problemas de natureza técnica o mecanismo de envio de mensagens está desativado.

21/01/2013

Sonhe como se fosse viver para sempre...



"Dream as if you'll live forever, 
live as if you'll die tomorrow."
James Byron Dean (February 8, 1931 September 30, 1955) 

Comentário pessoal: Atribuem a James Dean. Não importa muito!

05/10/2012

Audrey Hepburn


"Uma mulher feliz no amor queima o soufflé.
Uma mulher infeliz no amor não liga o fogão."

Comentários pessoais: 
(i)A afirmação atribuída a Audrey Hepburn, graciosa, elegante, clássica (Audrey, é claro!) é meramente retórica, pois a repercussões culinárias da felicidade ou infelicidade amorosa das mulheres é mesmo dos homens.
(ii) Não seria o contrário? 

01/10/2012

Por que a barbárie deve prevalescer?

Uma reflexão não obrigatória, mas necessária.


"No entanto, e quase sempre em tom menor, homens e mulheres de nossos dias ainda lêem e escrevem poesia como se a sentença provocadora de Adorno- “escrever poemas depois de Auschwitz é um ato de barbárie”- merecesse essa animosa interrogação: Por que a barbárie deve prevalecer? Hoje a obra de arte e de poesia, sob império do mercado, tornou-se, como pensava mesmo Hegel, e mais do que nunca, “essencialmente uma pergunta, uma interpelação que ressoa, um chamado aos ânimos e espíritos”. E onde há perplexidade, há esperança, um fio de esperança, de recomeço”

Alfredo Bosi in “O Ser e o Tempo da Poesia” Companhia das Letras, São Paulo: 2000, pág.17.

20/09/2012

I beg your pardon, Sir Churchill!

O dilema de Churchill.




Na 2ª Guerra Mundial, a Alemanha usava um código secreto para suas comunicações, chamado Enigma. A Inglaterra e outros países aliados colocaram seus melhores especialistas para descobrir o segredo e finalmente o decifraram. Quase que imediatamente a Inglaterra ficou sabendo que a cidade inglesa de Coventry,- famosa por sediar a fábrica de automóveis Jaguar-, sofreria um bombardeio iminente. O dilema que se apresentou a Churchill foi o seguinte: se a cidade fosse evacuada, salvaria muitas vidas imediatamente, mas os alemães perceberiam que a Inglaterra havia decifrado o código e o modificariam e as chances de vencer a guerra no futuro estariam prejudicadas. Considerando a perda da centenas de vidas daqueles que viviam em Coventry em comparação com uma enorme chance de conseguir descobrir todos os planos secretos alemães, como Churchill deveria agir?

O estadista decidiu não alertar Coventry. Centenas de pessoas morreram no final de 1941. Os países aliados ganharam a gerra.

O dilema é clássico: Decidir quando é melhor não revelar sua posição, visando um bem futuro, mesmo que isso signifique sofrer grandes perdas no presente.

Pelo dilema de Conventry, I beg your pardon, Sir, mas merece!



No The Churchill Bar, Meliã, Brasília, dia 13/set.

Treino de tiro com observação.


Preparar! 

Apontar! (com um sorriso "blockbuster") 
FOGOOOO! 

Observando o estrago: uma sapatilha atirada longe, dois atendentes assustados e três gritos femininos de origem não identificados. E, pior (ou melhor): rindo muuuito deles!

Registro: dia 8/set, no meio do salão do Outback Alfaville, antes de prometer não fazer mais isso no local, promessa, claro, que será rapidamente descumprida!.